terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Simplesmente vergonhoso, ao que chegamos…


Irmãs obrigadas a comer no átrio da escola

Três irmãs, de cinco, sete e oito anos, oriundas de uma família carenciada, têm de almoçar no átrio da escola – afastadas das outras crianças – e de levar prato e talher de casa, por causa de uma alegada dívida à Associação de Pais.
Depois de, na quinta-feira, terem almoçado na rua, ontem já puderam entrar, mas tiveram de tomar a refeição no átrio da escola de Carvalhos de Figueiredo (Tomar), disse ao CM a mãe das meninas. 

Alexandra Antunes, de 27 anos, adianta que está desempregada e ainda não conseguiu arranjar dinheiro para pagar os 80 euros "em dívida desde 22 de Dezembro".

"É uma crueldade e uma violência. Não houve tolerância nenhuma e agora estão a vingar-se nas crianças quando querem atingir os pais", salienta Alexandra Antunes.

O pai das menores, Francisco Antunes, 31 anos, nega a existência de uma dívida e defende que têm 406 euros a receber, nomeadamente de subsídios pagos pela câmara. A Associação de Pais da EB 1 de Carvalhos de Figueiredo remete declarações oficiais para segunda-feira à noite, mas o seu presidente, Pedro Fontes, disse ao CM que "está tudo a ser feito dentro da lei" e que a dívida em questão, no valor de 480 euros, já vem de anteriores anos lectivos.

Fonte CM

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Declaração de guerra á China


Após uma consulta popular "sobre tanta loja chinesa", Portugal enviou uma mensagem à República Popular da China:
"Chinos de merda, tar
Após uma consulta popular "sobre tanta loja chinesa", Portugal enviou uma mensagem à República Popular da China:
"Chinos de merda, tarrequinhos: declaramo-vos guerra: temos 85 tanques, 27 caças , 4 navios, 2 submarinos (ainda só temos um, mas vem outro a caminho) e 5.221 soldados".

O Estado chinês respondeu-lhes:
"Aceitamos a declaração, temos 38.000 tanques, 16.000 aviões, 790 navios, 455 submarinos e 300 milhões de soldados. "

Ao que Portugal respondeu:
"Retiramos a declaração de guerra... Não temos como alojar tantos prisioneiros".
requinhos: declaramo-vos guerra: temos 85 tanques, 27 caças , 4 navios, 2 submarinos (ainda só temos um, mas vem outro a caminho) e 5.221 soldados".

O Estado chinês respondeu-lhes:
"Aceitamos a declaração, temos 38.000 tanques, 16.000 aviões, 790 navios, 455 submarinos e 300 milhões de soldados. "

Ao que Portugal respondeu:
"Retiramos a declaração de guerra... Não temos como alojar tantos prisioneiros".

domingo, 4 de dezembro de 2011

Munícipes do concelho de Loures sem assistência de enfermagem nos fins-de-semana e feriados.

Os munícipes que vivem do concelho de Loures que necessitarem de fazer um penso ou tomarem uma injecção mesmo com prescrição médica estão impedidos de o fazer no seu concelho.
Os centros de saúde locais estão fechados e o Serviço de urgência básica (SUB) não executam qualquer penso ou dão injecções programadas, por ordem da médica responsável daquela unidade de saúde.
O meu pai foi-lhe amputado um dedo grande do pé direito na passada quinta feira, por ordem do médico cirurgião o penso devia ser efectuado dia sim, dia não, e se tivesse sinais de encharcamento devia ser efectuado o penso diário.
O penso foi efectuado na sexta, este domingo apresentou-se encharcado, dirigir-me ao SUB de Santo António dos Cavaleiros para fazer o penso, logo foi-me informado que não faziam esse tipo de serviço, interroguei a enfermeira qual o serviço de saúde onde poderia me dirigir?
Não soube dar resposta, e nem tinha soluções, uma coisa era certa, eles não faziam esse serviço.
Tentei que abrissem uma excepção, apresentando a carta do hospital, esperei cerca de três horas e nada, acabei por abandonar a SUB e fazer eu o penso ao meu pai.
Assim durante os fins-de-semana e feriados, cabe aos munícipes de Loures desenrascar-se sozinhos, do estilo faça você mesmo.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Câmara de Loures contra a extinção da fregresia de Bucelas

 A Câmara de Loures opõe-se à extinção da freguesia de Bucelas, uma das seis freguesias do município que poderão ser suprimidas no âmbito da reforma da administração local, afirmou hoje o presidente da autarquia.

Segundo uma lista provisória divulgada pela Associação Nacional de Freguesias (ANAFRE), com base nos critérios definidos pelo Governo no Documento Verde da Reforma da Administração Local, no concelho de Loures as freguesias de Bucelas, Frielas, Lousa, Fanhões, Santo Antão do Tojal e São Julião do Tojal poderão ser extintas e agregadas a outras freguesias.

Em declarações à agência Lusa, o presidente da Câmara de Loures, Carlos Teixeira (PS), disse que a freguesia de Bucelas, a maior do concelho em termos de área, é a única que o município não está disposto a ver ser extinta.

"Os Tojais [Santo Antão e São Julião] têm uma continuidade territorial e não irá criar grandes convulsões. Admitimos que Frielas poderá juntar-se com Santo António dos Cavaleiros e Lousa com Fanhões. Agora, Bucelas não faz qualquer sentido", apontou o autarca.

Carlos Teixeira explicou que a autarquia fez um estudo para aferir a viabilidade da anexação das freguesias mencionadas na lista provisória da ANAFRE. "Queremos pôr este tema à discussão. Acredito que ainda temos margem de manobra para poder negociar com o Governo", perspetivou.

A possível extinção de Bucelas e a sua anexação a outra também não é bem vista pelo presidente da junta de freguesia e por moradores, que aludem aos quase cinco séculos de história daquela freguesia.
"É uma freguesia com 484 anos de história e tem já uma identidade própria. É uma região vitivinícola demarcada há 100 anos", apontou o presidente da junta, Hélio Santos.

O autarca explicou que a justificação dada pelo Governo para incluir Bucelas na lista de freguesias a anexar se deve ao facto de estar situada a menos de 10 quilómetros da sede do município, um argumento que contesta.

"No nosso entender Bucelas fica a mais de 10 quilómetros da sede do concelho. Estamos empenhados em manter a freguesia e acredito que esta situação vai ser ultrapassada", perspetivou.
Por seu turno, alguns moradores dizem-se dispostos a sair à rua para mostrar a sua insatisfação se o Governo decidir avançar para a sua extinção. "Aqui em Bucelas está tudo em desacordo. Onde é que depois vamos tratar dos nossos assuntos? Eu serei o primeiro a ir à luta se quiserem acabar com Bucelas", afirmou à agência Lusa Joaquim Afonso, 73 anos.

Outro morador, Fernando Caetano, 76 anos, recordou que em tempos também tentaram "tirar" os correios de Bucelas, mas a população opôs-se e conseguiu mantê-los. "É uma freguesia com muita história e tradição. Não vamos deixar que acabem com ela", sublinhou.

A freguesia de Bucelas tem uma área de 33,99 quilómetros quadrados e uma população 4.850 habitantes, segundo os últimos censos.

23 nov (Lusa)

domingo, 20 de novembro de 2011

Quantos somos em Bucelas?

Neste momento a freguesia de Bucelas tem 4810 habitantes registados e tem 33.99 Km2 de área.
Das 18 freguesias do concelho de Loures, somos a 13º freguesia menos densa a nível de população e a freguesia com mais área territorial do concelho de Loures.
A nível da população somente no centro de saúde de Bucelas estão inscritos mais de 6000 utentes, e a nível de dados populacionais a população de Bucelas mantêm-se quase idêntica a mais de duas décadas, mas se analisarmos o aumento da construção de habitação na nossa freguesia, dá para perceber que existe muito mais população residente, população que usufrui dos serviços existentes mas não esta registada na nossa freguesia.
Com o cruzamento de dados efectuado pelo governo isso poderá ter os dias contados, até lá aconselharia todos os residentes da nossa freguesia se registarem-se na freguesia de Bucelas.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Freguesia de Bucelas pode ser fundida.

O “Livro Verde” foi publicado, e com base nos dados disponíveis existem seis Freguesias do Município de Loures, sujeitas a fusão nos termos dos limites estabelecidos, nomeadamente: Frielas, Bucelas, Lousa, Fanhões, Santo Antão do Tojal e São Julião do Tojal.

Uma situação que poderá acontecer muito brevemente, se o actual governo manter a actual politica de fusão e extinção de freguesia, onde a freguesia de Bucelas pode ser aglutinada por uma freguesia limítrofe.

Isso ira ter consequências para a população de Bucelas, que perdera a sua autonomia administrativa e politica local.

A freguesia de Bucelas pode ter poucos residentes, mas é a maior freguesia do concelho de Loures.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Manhã agitada em Bucelas

Um a acidente de viação na estrada nacional 115 à saída de Bucelas resultou vários feridos e levou ao corte da via de circulação durante uma hora.
Uma carrinha que transportava crianças colidiu com uma carrinha de transporte de pão, onde resultou uma vítima encarcerada e várias crianças feridas.


sábado, 22 de outubro de 2011

A verdade sobre o subsidio 13º mês, que o governo quer tirar ao povo portugues.

Os Ingleses recebem os ordenados à semana e claro, administrativamente não deixa de ser uma seca!

Mas ... há sempre uma razão para as coisas - e os "beefs" NÃO FAZEM NADA POR ACASO !!! Ora bem, cá está um exemplo aritmético simples que não exige altos conhecimentos de Matemática mas talvez necessite de conhecimentos médios de desmontagem de retórica enganosa. Que é esta que constroi mitos paternalistas e abençoados que a malta mais pobre, estupidamente atenta e obrigada, come sem pensar!

Uma forma de desmascarar os brilhantes neo-liberais e os seus técnicos (lacaios) que recebem pensões de ouro para nos enganarem com as suas brilhantes teorias...

Fala-se que o governo pode vir a não pagar aos funcionários públicos o 13º mês.
Se o fizerem, é uma roubalheira sobre outra roubalheira.
Perguntarão porquê.

Respondo: Porque o 13º mês não existe.

O 13º mês é uma das mais escandalosas de todas as mentiras do sistema capitalista, e é justamente aquela que os trabalhadores mais acreditam.

Eis aqui uma modesta demonstração aritmética de como foi fácil enganar os trabalhadores. Suponhamos que você ganha € 700,00 por mês. Multiplicando-se esse salário por 12 meses, você recebe um total de € 8.400,00 por um ano de doze meses.
€ 700*12 = € 8.400,00

Em Dezembro, o generoso patrão cristão manda então pagar-lhe o conhecido 13º mês.€ 8.400,00 + 13º Mês = € 9.100,00€ 8.400,00 (Salário anual) + € 700,00 (13º mês) = € 9.100 (Salário anual mais o 13º mês)

O trabalhador vai para casa todo feliz com o patrão.
Agora veja bem o que acontece quando o trabalhador se predispõe a fazer umas simples contas que aprendeu no 1º Ciclo:

Se o trabalhador recebe € 700,00 mês e o mês tem quatro semanas, significa que ganha por semana € 175,00.

€ 700,00 (Salário mensal) / 4 (semanas do mês) = € 175,00 (Salário semanal)
O ano tem 52 semanas. Se multiplicarmos € 175,00 (Salário semanal) por 52 (número de semanas anuais) o resultado será € 9.100,00.

€ 700,00 (Salário semanal) * 52 (número de semanas anuais) = € 9.100.00

O resultado acima é o mesmo valor do Salário anual mais o 13º mês

Surpresa, surpresa? Onde está portanto o 13º Mês?

A explicação é simples, embora os nossos conhecidos líderes nunca se tenham dado conta desse facto simples.

A resposta é que o patrão lhe rouba uma parte do salário durante todo o ano, pela simples razão de que há meses com 30 dias, outros com 31 e também meses com quatro ou cinco semanas (ainda assim, apesar de cinco semanas o patrão só paga quatro semanas) o salário é o mesmo tenha o mês 30 ou 31 dias, quatro ou cinco semanas.

No final do ano o generoso patrão presenteia o trabalhador com um 13º mês, cujo dinheiro saiu do próprio bolso do trabalhador.

Se o governo retirar o 13º mês aos trabalhadores da função pública, o roubo é duplo.
Daí que, como palavra final para os trabalhadores inteligentes. Não existe nenhum 13º mês.
O patrão apenas devolve o que sorrateiramente lhe surripiou do salário anual.

Conclusão: Os Trabalhadores recebem o que já trabalharam e não um adicional.