terça-feira, 29 de novembro de 2011

Câmara de Loures contra a extinção da fregresia de Bucelas

 A Câmara de Loures opõe-se à extinção da freguesia de Bucelas, uma das seis freguesias do município que poderão ser suprimidas no âmbito da reforma da administração local, afirmou hoje o presidente da autarquia.

Segundo uma lista provisória divulgada pela Associação Nacional de Freguesias (ANAFRE), com base nos critérios definidos pelo Governo no Documento Verde da Reforma da Administração Local, no concelho de Loures as freguesias de Bucelas, Frielas, Lousa, Fanhões, Santo Antão do Tojal e São Julião do Tojal poderão ser extintas e agregadas a outras freguesias.

Em declarações à agência Lusa, o presidente da Câmara de Loures, Carlos Teixeira (PS), disse que a freguesia de Bucelas, a maior do concelho em termos de área, é a única que o município não está disposto a ver ser extinta.

"Os Tojais [Santo Antão e São Julião] têm uma continuidade territorial e não irá criar grandes convulsões. Admitimos que Frielas poderá juntar-se com Santo António dos Cavaleiros e Lousa com Fanhões. Agora, Bucelas não faz qualquer sentido", apontou o autarca.

Carlos Teixeira explicou que a autarquia fez um estudo para aferir a viabilidade da anexação das freguesias mencionadas na lista provisória da ANAFRE. "Queremos pôr este tema à discussão. Acredito que ainda temos margem de manobra para poder negociar com o Governo", perspetivou.

A possível extinção de Bucelas e a sua anexação a outra também não é bem vista pelo presidente da junta de freguesia e por moradores, que aludem aos quase cinco séculos de história daquela freguesia.
"É uma freguesia com 484 anos de história e tem já uma identidade própria. É uma região vitivinícola demarcada há 100 anos", apontou o presidente da junta, Hélio Santos.

O autarca explicou que a justificação dada pelo Governo para incluir Bucelas na lista de freguesias a anexar se deve ao facto de estar situada a menos de 10 quilómetros da sede do município, um argumento que contesta.

"No nosso entender Bucelas fica a mais de 10 quilómetros da sede do concelho. Estamos empenhados em manter a freguesia e acredito que esta situação vai ser ultrapassada", perspetivou.
Por seu turno, alguns moradores dizem-se dispostos a sair à rua para mostrar a sua insatisfação se o Governo decidir avançar para a sua extinção. "Aqui em Bucelas está tudo em desacordo. Onde é que depois vamos tratar dos nossos assuntos? Eu serei o primeiro a ir à luta se quiserem acabar com Bucelas", afirmou à agência Lusa Joaquim Afonso, 73 anos.

Outro morador, Fernando Caetano, 76 anos, recordou que em tempos também tentaram "tirar" os correios de Bucelas, mas a população opôs-se e conseguiu mantê-los. "É uma freguesia com muita história e tradição. Não vamos deixar que acabem com ela", sublinhou.

A freguesia de Bucelas tem uma área de 33,99 quilómetros quadrados e uma população 4.850 habitantes, segundo os últimos censos.

23 nov (Lusa)

domingo, 20 de novembro de 2011

Quantos somos em Bucelas?

Neste momento a freguesia de Bucelas tem 4810 habitantes registados e tem 33.99 Km2 de área.
Das 18 freguesias do concelho de Loures, somos a 13º freguesia menos densa a nível de população e a freguesia com mais área territorial do concelho de Loures.
A nível da população somente no centro de saúde de Bucelas estão inscritos mais de 6000 utentes, e a nível de dados populacionais a população de Bucelas mantêm-se quase idêntica a mais de duas décadas, mas se analisarmos o aumento da construção de habitação na nossa freguesia, dá para perceber que existe muito mais população residente, população que usufrui dos serviços existentes mas não esta registada na nossa freguesia.
Com o cruzamento de dados efectuado pelo governo isso poderá ter os dias contados, até lá aconselharia todos os residentes da nossa freguesia se registarem-se na freguesia de Bucelas.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Freguesia de Bucelas pode ser fundida.

O “Livro Verde” foi publicado, e com base nos dados disponíveis existem seis Freguesias do Município de Loures, sujeitas a fusão nos termos dos limites estabelecidos, nomeadamente: Frielas, Bucelas, Lousa, Fanhões, Santo Antão do Tojal e São Julião do Tojal.

Uma situação que poderá acontecer muito brevemente, se o actual governo manter a actual politica de fusão e extinção de freguesia, onde a freguesia de Bucelas pode ser aglutinada por uma freguesia limítrofe.

Isso ira ter consequências para a população de Bucelas, que perdera a sua autonomia administrativa e politica local.

A freguesia de Bucelas pode ter poucos residentes, mas é a maior freguesia do concelho de Loures.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Manhã agitada em Bucelas

Um a acidente de viação na estrada nacional 115 à saída de Bucelas resultou vários feridos e levou ao corte da via de circulação durante uma hora.
Uma carrinha que transportava crianças colidiu com uma carrinha de transporte de pão, onde resultou uma vítima encarcerada e várias crianças feridas.


sábado, 22 de outubro de 2011

A verdade sobre o subsidio 13º mês, que o governo quer tirar ao povo portugues.

Os Ingleses recebem os ordenados à semana e claro, administrativamente não deixa de ser uma seca!

Mas ... há sempre uma razão para as coisas - e os "beefs" NÃO FAZEM NADA POR ACASO !!! Ora bem, cá está um exemplo aritmético simples que não exige altos conhecimentos de Matemática mas talvez necessite de conhecimentos médios de desmontagem de retórica enganosa. Que é esta que constroi mitos paternalistas e abençoados que a malta mais pobre, estupidamente atenta e obrigada, come sem pensar!

Uma forma de desmascarar os brilhantes neo-liberais e os seus técnicos (lacaios) que recebem pensões de ouro para nos enganarem com as suas brilhantes teorias...

Fala-se que o governo pode vir a não pagar aos funcionários públicos o 13º mês.
Se o fizerem, é uma roubalheira sobre outra roubalheira.
Perguntarão porquê.

Respondo: Porque o 13º mês não existe.

O 13º mês é uma das mais escandalosas de todas as mentiras do sistema capitalista, e é justamente aquela que os trabalhadores mais acreditam.

Eis aqui uma modesta demonstração aritmética de como foi fácil enganar os trabalhadores. Suponhamos que você ganha € 700,00 por mês. Multiplicando-se esse salário por 12 meses, você recebe um total de € 8.400,00 por um ano de doze meses.
€ 700*12 = € 8.400,00

Em Dezembro, o generoso patrão cristão manda então pagar-lhe o conhecido 13º mês.€ 8.400,00 + 13º Mês = € 9.100,00€ 8.400,00 (Salário anual) + € 700,00 (13º mês) = € 9.100 (Salário anual mais o 13º mês)

O trabalhador vai para casa todo feliz com o patrão.
Agora veja bem o que acontece quando o trabalhador se predispõe a fazer umas simples contas que aprendeu no 1º Ciclo:

Se o trabalhador recebe € 700,00 mês e o mês tem quatro semanas, significa que ganha por semana € 175,00.

€ 700,00 (Salário mensal) / 4 (semanas do mês) = € 175,00 (Salário semanal)
O ano tem 52 semanas. Se multiplicarmos € 175,00 (Salário semanal) por 52 (número de semanas anuais) o resultado será € 9.100,00.

€ 700,00 (Salário semanal) * 52 (número de semanas anuais) = € 9.100.00

O resultado acima é o mesmo valor do Salário anual mais o 13º mês

Surpresa, surpresa? Onde está portanto o 13º Mês?

A explicação é simples, embora os nossos conhecidos líderes nunca se tenham dado conta desse facto simples.

A resposta é que o patrão lhe rouba uma parte do salário durante todo o ano, pela simples razão de que há meses com 30 dias, outros com 31 e também meses com quatro ou cinco semanas (ainda assim, apesar de cinco semanas o patrão só paga quatro semanas) o salário é o mesmo tenha o mês 30 ou 31 dias, quatro ou cinco semanas.

No final do ano o generoso patrão presenteia o trabalhador com um 13º mês, cujo dinheiro saiu do próprio bolso do trabalhador.

Se o governo retirar o 13º mês aos trabalhadores da função pública, o roubo é duplo.
Daí que, como palavra final para os trabalhadores inteligentes. Não existe nenhum 13º mês.
O patrão apenas devolve o que sorrateiramente lhe surripiou do salário anual.

Conclusão: Os Trabalhadores recebem o que já trabalharam e não um adicional.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Quem anda a tramar Portugal?

Já nos tempos dos romanos se dizia que existia um povo nas terras lusitanas que não se governa nem se deixa governar, esse povo viria funda um país chamado Portugal.
Como pode o governo a incentivar o povo vira-se para agricultura e cultivar os campos, e depois temos os celeiros cheios de milho, onde já se coloca o milho protegido pelo céu, onde as primeira chuvas o irão estragar, porque ninguém o quer comparar, e depois temos grupos económicos nacionais a importarem milho mais caro a outros países?
Como pode uma empresa pública de navegação Açoriana rescindir o contrato de aquisição de um navio com um estaleiro nacional em dificuldades financeiras, porque o navio não andava a velocidade que se propunha o contrato, e andar a negociar a compara de um ou mais navios com estaleiros espanhóis, e depois vem notícias a público que o tal navio rejeitado até anda a velocidades superiores que o contrato definia.
Será que os portugueses sofrem de uma cegueira colectiva e de estupidez crónica para andar-mos anos após anos a ser enganados pelos governantes e por empresários corruptos?
Meus amigos, somente quem não vê é quem não quer, algo muito mal anda-se a passar em Portugal, e o problema não é de fora é de cá dentro.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Pneus dos veículos somente podem ter 4 anos

Partir de 2012 os pneus dos veículos automóveis somente podem ter 4 anos, uma norma que obriga a substituição dos pneus que tenham mais de 4 anos depois de serem fabricados.
Uma norma que acaba de vez com a compra de pneus usados, e obriga o consumidor a verificar o ano de fabrico antes de comparar os pneus.
Como saber a idade do pneu? Qual é o ano de fabricação do meu pneu?
Como
ler o DOT?


 

Para saber a idade o data de fabricação do seu pneu você tem que ler o código DOT que
vem estampado no seu pneu. DOT = Department of Transportation, informa que o pneu está
conforme os regulamentos DOT dos Estados Unidos. O código começa com as letras DOT
seguido por duas letras o número que representa a fábrica onde foi produzido. Depois a três
ou quatro números dependendo de quando foi produzido:

Pneus produzidos depois do ano 2000 tem um DOT de quatro números, os primeiros dois
números são a semana (lembre-se que há 52 semanas em um ano) em que foi produzido e
os últimos dois são o ano.
Exemplo: DOT AX 3003
30 é a semana 30 do ano.
03 é o ano 2003.

Pneus antes do ano 2000 so tem 1 dígito para o ano.
Exemplo: DOT AX 148
14 é a semana 14 do ano.
8 é o ano de 1998