quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

E o maluco sou eu.


O nosso serviço de saúde tem coisa que nem dá para acreditar.

Um doente psiquiátrico que mora em Bucelas que necessite de ser internado de urgência tem que ir ao Hospital de Santa Maria para ser visto pela psiquiatria daquela unidade, caso do dente necessita de ser internado, o Hospital de Santa Maria tem que transfere o doente para o Hospital de São José, onde depois é visto pela psiquiatria do Hospital de São José, caso exista necessidade de internamento transfere o doente para o hospital psiquiátrico Júlio de Matos, único hospital onde existe internamento para doentes psiquiátricos em Lisboa.

O doente passa por duas unidades de psiquiatria, dois hospitais e é sujeito a duas transferências em ambulância além dos tempos de espera.

Assim não existe troika que resista.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Centro de saúde de Bucelas na iminência de encerrar.


Circula o boato que o centro de saúde de Bucelas esta na iminência de encerrar, e que os cuidados de saúde irão se realizar no centro de saúde do St.º Antão do Tojal.

Eu pessoalmente não acredito no encerramento de centro de saúde em Bucelas, principalmente com uma grande taxa de população envelhecida existente na nossa freguesia, mas se analisarmos o que se anda a passar no centro de saúde de Bucelas, onde nos últimos anos se tem reduzido consideravelmente o número de médicos e de enfermeiras, dá para pensar que algo se anda a fazer nas costas da população de Bucelas.

Além disso, o centos de saúde de St.º Antão doTojal não tem condições nenhumas, as consultas são realizadas no primeiro piso, e não existe elevador, e também esta programado o céu encerramento, vai passar para um novo centro de saúde que esta a ser construída de raiz numa urbanização nova em Santo Antão do Tojal, com todas as condições, é uma coincidência, principalmente quando circula o boato do encerramento do centro de saúde de Bucelas.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Simplesmente vergonhoso, ao que chegamos…


Irmãs obrigadas a comer no átrio da escola

Três irmãs, de cinco, sete e oito anos, oriundas de uma família carenciada, têm de almoçar no átrio da escola – afastadas das outras crianças – e de levar prato e talher de casa, por causa de uma alegada dívida à Associação de Pais.
Depois de, na quinta-feira, terem almoçado na rua, ontem já puderam entrar, mas tiveram de tomar a refeição no átrio da escola de Carvalhos de Figueiredo (Tomar), disse ao CM a mãe das meninas. 

Alexandra Antunes, de 27 anos, adianta que está desempregada e ainda não conseguiu arranjar dinheiro para pagar os 80 euros "em dívida desde 22 de Dezembro".

"É uma crueldade e uma violência. Não houve tolerância nenhuma e agora estão a vingar-se nas crianças quando querem atingir os pais", salienta Alexandra Antunes.

O pai das menores, Francisco Antunes, 31 anos, nega a existência de uma dívida e defende que têm 406 euros a receber, nomeadamente de subsídios pagos pela câmara. A Associação de Pais da EB 1 de Carvalhos de Figueiredo remete declarações oficiais para segunda-feira à noite, mas o seu presidente, Pedro Fontes, disse ao CM que "está tudo a ser feito dentro da lei" e que a dívida em questão, no valor de 480 euros, já vem de anteriores anos lectivos.

Fonte CM

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Declaração de guerra á China


Após uma consulta popular "sobre tanta loja chinesa", Portugal enviou uma mensagem à República Popular da China:
"Chinos de merda, tar
Após uma consulta popular "sobre tanta loja chinesa", Portugal enviou uma mensagem à República Popular da China:
"Chinos de merda, tarrequinhos: declaramo-vos guerra: temos 85 tanques, 27 caças , 4 navios, 2 submarinos (ainda só temos um, mas vem outro a caminho) e 5.221 soldados".

O Estado chinês respondeu-lhes:
"Aceitamos a declaração, temos 38.000 tanques, 16.000 aviões, 790 navios, 455 submarinos e 300 milhões de soldados. "

Ao que Portugal respondeu:
"Retiramos a declaração de guerra... Não temos como alojar tantos prisioneiros".
requinhos: declaramo-vos guerra: temos 85 tanques, 27 caças , 4 navios, 2 submarinos (ainda só temos um, mas vem outro a caminho) e 5.221 soldados".

O Estado chinês respondeu-lhes:
"Aceitamos a declaração, temos 38.000 tanques, 16.000 aviões, 790 navios, 455 submarinos e 300 milhões de soldados. "

Ao que Portugal respondeu:
"Retiramos a declaração de guerra... Não temos como alojar tantos prisioneiros".

domingo, 4 de dezembro de 2011

Munícipes do concelho de Loures sem assistência de enfermagem nos fins-de-semana e feriados.

Os munícipes que vivem do concelho de Loures que necessitarem de fazer um penso ou tomarem uma injecção mesmo com prescrição médica estão impedidos de o fazer no seu concelho.
Os centros de saúde locais estão fechados e o Serviço de urgência básica (SUB) não executam qualquer penso ou dão injecções programadas, por ordem da médica responsável daquela unidade de saúde.
O meu pai foi-lhe amputado um dedo grande do pé direito na passada quinta feira, por ordem do médico cirurgião o penso devia ser efectuado dia sim, dia não, e se tivesse sinais de encharcamento devia ser efectuado o penso diário.
O penso foi efectuado na sexta, este domingo apresentou-se encharcado, dirigir-me ao SUB de Santo António dos Cavaleiros para fazer o penso, logo foi-me informado que não faziam esse tipo de serviço, interroguei a enfermeira qual o serviço de saúde onde poderia me dirigir?
Não soube dar resposta, e nem tinha soluções, uma coisa era certa, eles não faziam esse serviço.
Tentei que abrissem uma excepção, apresentando a carta do hospital, esperei cerca de três horas e nada, acabei por abandonar a SUB e fazer eu o penso ao meu pai.
Assim durante os fins-de-semana e feriados, cabe aos munícipes de Loures desenrascar-se sozinhos, do estilo faça você mesmo.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Câmara de Loures contra a extinção da fregresia de Bucelas

 A Câmara de Loures opõe-se à extinção da freguesia de Bucelas, uma das seis freguesias do município que poderão ser suprimidas no âmbito da reforma da administração local, afirmou hoje o presidente da autarquia.

Segundo uma lista provisória divulgada pela Associação Nacional de Freguesias (ANAFRE), com base nos critérios definidos pelo Governo no Documento Verde da Reforma da Administração Local, no concelho de Loures as freguesias de Bucelas, Frielas, Lousa, Fanhões, Santo Antão do Tojal e São Julião do Tojal poderão ser extintas e agregadas a outras freguesias.

Em declarações à agência Lusa, o presidente da Câmara de Loures, Carlos Teixeira (PS), disse que a freguesia de Bucelas, a maior do concelho em termos de área, é a única que o município não está disposto a ver ser extinta.

"Os Tojais [Santo Antão e São Julião] têm uma continuidade territorial e não irá criar grandes convulsões. Admitimos que Frielas poderá juntar-se com Santo António dos Cavaleiros e Lousa com Fanhões. Agora, Bucelas não faz qualquer sentido", apontou o autarca.

Carlos Teixeira explicou que a autarquia fez um estudo para aferir a viabilidade da anexação das freguesias mencionadas na lista provisória da ANAFRE. "Queremos pôr este tema à discussão. Acredito que ainda temos margem de manobra para poder negociar com o Governo", perspetivou.

A possível extinção de Bucelas e a sua anexação a outra também não é bem vista pelo presidente da junta de freguesia e por moradores, que aludem aos quase cinco séculos de história daquela freguesia.
"É uma freguesia com 484 anos de história e tem já uma identidade própria. É uma região vitivinícola demarcada há 100 anos", apontou o presidente da junta, Hélio Santos.

O autarca explicou que a justificação dada pelo Governo para incluir Bucelas na lista de freguesias a anexar se deve ao facto de estar situada a menos de 10 quilómetros da sede do município, um argumento que contesta.

"No nosso entender Bucelas fica a mais de 10 quilómetros da sede do concelho. Estamos empenhados em manter a freguesia e acredito que esta situação vai ser ultrapassada", perspetivou.
Por seu turno, alguns moradores dizem-se dispostos a sair à rua para mostrar a sua insatisfação se o Governo decidir avançar para a sua extinção. "Aqui em Bucelas está tudo em desacordo. Onde é que depois vamos tratar dos nossos assuntos? Eu serei o primeiro a ir à luta se quiserem acabar com Bucelas", afirmou à agência Lusa Joaquim Afonso, 73 anos.

Outro morador, Fernando Caetano, 76 anos, recordou que em tempos também tentaram "tirar" os correios de Bucelas, mas a população opôs-se e conseguiu mantê-los. "É uma freguesia com muita história e tradição. Não vamos deixar que acabem com ela", sublinhou.

A freguesia de Bucelas tem uma área de 33,99 quilómetros quadrados e uma população 4.850 habitantes, segundo os últimos censos.

23 nov (Lusa)